Negócios & Inovação: Aquaponia









A aquaponia fertiliza vegetais cultivados em água tratada por bactérias, onde vivem peixes. As plantas retribuem filtrando a água para os peixes - e as pessoas podem comer, tanto verduras quanto peixes, sem nenhuma restrição
Está cada vez mais difícil escolher produtos nos supermercados atualmente, face à enorme quantidade de opções disponíveis. Agora há um item a mais a ser considerado: Que danos ambientais você prefere? Na terra ou no mar? Podem ser agrotóxicos de hortas e pomares que impregnam o solo ou estoques de peixes dilapidados pela pesca predatória. Todo alimento disponível tem um custo ecológico cada vez mais contundente.

Diante desse quadro, um número cada vez maior de pesquisadores, agricultores e aquaculturistas estão trabalhando para aperfeiçoar e popularizar uma técnica que poderia reduzir significativamente os custos tanto da produção de peixes quanto de verduras. A técnica, conhecida como "aquaponia", integra a piscicultura e a agricultura hidropônica em uma espécie de ciclo simbiótico fechado ─ os peixes servem como fábricas de fertilizante, e as plantas como purificadores de água. A idéia é maximizar a produção de alimentos e ao mesmo tempo minimizar a carga de agressão ambiental e potencial poluição ─ uma abordagem sustentável para cultivar alimentos saudáveis.

Na fazenda Cabbage Hill, em Mount Kisco, Nova York, uma estufa aquapônica bem dimensionada confirma a validade do conceito. Seis tanques cilíndricos com tamanho entre 4 mil e 12 mil litros contem, cada um, centenas de peixes como a perca ou tilápia. À medida que o peixe respira, suas guelras expelem amônia que se mistura à água. A amônia é um subproduto metabólico normal, mas a partir de determinada concentração se torna tóxico, por isso deve ser removida para manter os peixes saudáveis.

A maior vantagem da aquaponia é o aproveitamento desse resíduo: em um biorreator equipado com um misturador, semelhante a um caldeirão gigante, a água saturada de amônia retirada dos tanques próximos é processada por colônias de duas bactérias, Nitrosomonas e Nitrobactérias. A primeira transforma a amônia em nitrito, que a outra depois transforma em nitrato, um fertilizante poderoso. Utilizando as excreções dos peixes para a fertilização das plantas, "não é preciso comprar fertilizantes derivados de petróleo, o que implica em custo energético de produção e transporte", constata o cientista agrícola James Rakocy da University of the Virgin Islands (UVI), um defensor ferrenho da aquaponia e que dispõe de um modelo das instalações para demonstração na instituição onde trabalha. "O nosso fertilizante seria um resíduo inútil, que estamos aproveitando para cultivar plantas." 

O cultivo de hortaliças em Cabbage Hill é feito em longos tanques rasos para onde escoa a água rica em nutrientes que sai do biorreator. Sobre balsas ─ painéis isolantes de poliestireno ─ flutuando nos tanques, manjericão, cebolinha, couve de bruxelas e alface crescem hidroponicamente ─ ou seja, sem terra. Suas raízes nuas atravessam os buracos das balsas e extraem os nutrientes diretamente da água onde flutuam. 

Livre dos nitratos, a água está pronta para voltar para os tanques de peixes, depois de ter sido totalmente “filtrada” pelas raízes dos vegetais de crescimento rápido e alto valor agregado. 

O guru da aquaponia, Kevin Ferry, que mora em Cabbage Hill, vê o processo como uma extensão dos ciclos nutrientes naturais. "Tudo o que estamos fazendo é acelerar a natureza ─ o biorreator está apenas produzindo adubo", esclarece ele, comparando o movimento de aeração no interior do caldeirão com a aeração de monte de adubo sólido quando revolvido.

Tal como acontece com qualquer tentativa de acelerar ou intensificar a natureza, a aquaponia tem custos e complexidades. Durante uma incursão pelas instalações da Cabbage Hill, Ferry pára freqüentemente para interferir nos sistemas ─ jogando punhados de ração em um tanque de tilápias, acrescentando cal no biorreator para aumentar o pH da água ─ reduzir sua acidez ─, mergulhando o dedo em um tanque de tilápias para verificar, pelo sabor, se o teor de sal está correto ─ cerca de oito partes por mil, registram suas papilas gustativas. "Um lugar como este precisa de cuidados constantes", ele observa. 

Na parte externa da instalação, um gerador a biodiesel e uma caldeira alimentada por óleo vegetal descartado, ambos inativos durante os meses de verão, são testemunhas da sede de energia do sistema aquapônico ─ as bombas, filtros e o biorreator funcionam durante o ano todo, com um ruído às vezes ensurdecedor, e no inverno é preciso aquecer os tanques e garantir a iluminação.

Tais exigências tornam difícil competir com os aquaculturistas estrangeiros e em escala industrial, em termos de preço e quantidade. Felizmente, a produção de vegetais de crescimento rápido é a principal fonte de recursos. Os clientes da Cabbage Hill são principalmente restaurantes locais e pequenos mercados que valorizam o que Ferry chama de produtos "da horta para a mesa". “Estes sistemas são bastante caros", observa Rakocy. "Então é preciso criar culturas valorizadas e procurar nichos de mercado."

Rakocy tem procurado baixar o preço de produtos aquapônicos desenvolvendo projetos que utilizam energia gerada por resíduos. A UVI integrou um consórcio que, com recursos de 150 mil dólares fornecidos pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, instalou em 2001, um sistema aquapônico movido a gás proveniente de aterro sanitário, no EcoComplex da Rutgers University, um centro de pesquisa do condado de Burlington, Nova Jersey. "No futuro", prevê ele, "haverá instalações de aquaponia ao redor dos aterros sanitários", canalizando o gás produzido pelo lixo para produzir alimentos.

Mesmo no atual estado de alto consumo de energia, Rakocy mostra, que a aquaponia apresenta vantagens na preservação de outro recurso precioso: a água. Boa parte da água usada na irrigação da lavoura tradicional escoa pelo solo ou evapora antes de atingir as raízes das plantas. Em uma instalação aquapônica de recirculação, ao contrário, "as plantas simplesmente retiram o que precisam, e o resto permanece no sistema e volta para os peixes", explica ele. Na verdade, o sistema da UVI é tão eficiente que uma perda ocasional é inteiramente reposta através de um sistema de captação de águas pluviais, ele acrescenta. 

Martin Schreibman, biólogo do Brooklyn College, em Nova York e defensor da aquacultura urbana, admite que a aquaponia apresenta inúmeros desafios, mas, como Rakocy, ele é um otimista quanto aos resultados. "Toda revolução teve seus problemas: a revolução industrial, a revolução verde, a revolução agrícola", ele comenta. "Agora, a revolução azul que está surgindo, certamente terá problemas, mas poderemos contorná-los. Acho que são problemas solúveis." 

Na verdade, acrescenta Schreibman, adotar o sistema de aquaponia próximo a centros populacionais pode apresentar soluções para outros problemas. "As populações naturais de peixes estão se esgotando, temos problemas com alimentos estragados que chegam do exterior, temos desemprego, uma economia ruim", ele observa. "Um tipo de aquacultura e aquaponia urbanas poderia mitigar essas dificuldades." 

Schreibman observa que a crítica sobre as necessidades de energia da aquaponia ignora "a energia gasta para trazer mercadorias da China por mar ou do Equador, por via aérea", dois dos principais exportadores de frutos do mar para os Estados Unidos. "Existe uma compensação. Nosso transporte é de pequenas distâncias." 

No momento em que o preço dos combustíveis aumenta o preço de produtos importados e surgem cada vez mais questões ambientais ligadas à produção de alimentos, o grau de interesse pela aquaponia vem "aumentando astronomicamente", diz Rakocy. Ele oferece mini-cursos sobre métodos aquapônicos na UVI, cuja procura quase triplicou nos últimos três anos. "Este ano tivemos que recusar várias interessados", diz Rakocy. "Eu tenho recebido inúmeras solicitações do tipo: Pode me incluir na lista de espera para o próximo ano”?

Criatividade & Negócios: MuvBox

O conceito do MuvBox é bem legal. Em 90 segundos, o container se desdobra e se transforma em um restaurante.






Segundo os construtores canadenses, se estabelece em qualquer lugar e em qualquer momento, podendo ser colocado ao ar livre em um festival, feira ou convenção e demora apenas 10 minutos pra ficar pronto.

Tem alimentação por energia solar para as funções básicas e possui cerca de 5,5 toneladas. 


O container é reutilizado e o piso é feito com pneus reciclados.


Aqui na Barra da Tijuca - RJ, uma marca de moda feminina está utilizando esta ideia e "plantou" a sua loja no estacionamento de um hipermercado.

As cozinhas e suas características - Culinária Americana 1

Molho Barbecue



Segundo o "Pequeno Dicionário de Gastronomia, de Maria Lucia Gomensoro", “Barbecue” é o termo em inglês utilizado para designar carne preparada na grelha ou espeto, sobre brasas. A expressão é de origem americana. “Barbacoa” era o termo usado pelos nativos da América Central na época do descobrimento para nomear a carne assada sobre braseiros, num buraco no chão. Tal palavra foi levada para a Europa por Cristóvão Colombo. Já o tradicional Molho Barbecue é feito basicamente com molho de tomate, açúcar mascavo, caldo de carne, pimenta e molho inglês e é utilizado para acompanhar a carne na hora de comer.

Entretanto, aqui no Brasil o molho barbecue acabou ganhando notoriedade por causa da cadeia de lojas do McDonalds, que inseriu o molho em sanduiches e acompanhando seus nuggets.

O molho é um clássico do "churrasco" americano e, por este motivo e erroneamente, a tradução da palavra barbecue para churrasco não foi feliz, pois não se pode comparar um com o outro.

Da mesma forma que o catchup e a mostarda, este delicioso molho é democrático e acompanha maravilhosamente bem tanto um sanduiche, como batatas fritas, ser molho de fondue, e outras receitas mais sofisticadas.
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Receitinha para você!
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Ingredientes:
9 colheres (sopa) de manteiga
1 cebola média bem ralada
3 dentes de alho fresco bem triturados
1 litro de vinagre de maça
5 colheres (sopa) de açúcar mascavo
½ xícara (chá) de extrato de tomates
1/3 de xícara (chá) catchup
1 colher (sopa) rasa de mostarda escura
2 colheres (sopa) de shoyu
2 colheres (sopa) de molho inglês
1 colher (chá) de pimenta do reino moída no momento de uso
1/2 xícara (chá) água
2 colheres (chá) de amido de milho
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Modo de preparo:

Em uma panela grande doure na manteiga o alho e cebola. Acrescente o vinagre, açúcar mascavo, extrato de tomates, catchup e mostarda escura e mexa até levantar fervura. Em seguida adicione os molhos shoyu e inglês e a pimenta. Deixe levantar fervura novamente e continue mexendo, agora em fogo brando, por uns 10min até reduzir um pouco. Dissolva o amido de milho na água e sempre misturando com uma espátula de silicone vá adicionando o conteúdo a fervura da panela e mexa até encorpar o molho.

Marketing & Criatividade: Origami Tea Packages





Criados pela designer russa, Natalia Ponomareva, os Origami Tea Packages são uma forma criativa de tornar o chá uma solenidade menos chata.


Pra cada sabor, um passarinho diferente.


Muito, muito fofo mesmoooo!

Marketing & Criatividade: RoyalTea

Donkey Products, uma empresa de design alemã uniu dois grandes símbolos da cultura inglesa, o chá e a família real, e criou o RoyalTea, saquinhos de chá que tem na ponta desenhos de membros da realeza.
As ilustrações retratam de forma divertida os príncipes Charles, Harry e William e a rainha Elizabeth. Nem mesmo Camilla Parker, atual mulher de Charles, ficou de fora da brincadeira.
Para quem é avesso à monarquia, é possível optar pela versão democrata do produto.
Ela taz o presidente Obama acompanhado de outros governantes como Sarcozi e Angela Merkel. Cada pacote vem com cinco unidades.

Fico imaginando em fazer uma versão brasileira... imagine só o antigo e grande molusco, sua partner e ... deixa pra lá!!!

Deve ser isso que a garotada chama de "o Ó"!!!

Marketing e Negócios: Chá colhido por macacos

Este raro chá chinês é cuidadosamente escolhido por macacos treinados em uma remota região montanhosa da China.



Diz a lenda que macacos foram utilizados no passado para colher chá dez séculos atrás. Muito leais aos seus donos, os macacos observando o esforço deles de tentar pegar as folhas mais difíceis numa montanha, acabavam fazendo isso pra agradar os mestres.


Hoje em dia a prática de usar macacos para pegar folhas de chá praticamente não existe mais, exceto nessa aldeia na China que ainda mantém a tradição.

Não existe nada que comprove que o chá com folhas colhidas por macacos é melhor que o chá convencional, mas o que vale é a excentricidade da coisa.

Coisas fofas, criativas e funcionais: Xícara de Chá



A-do-rooo  estas fofuras e criatividades!!!


Excelente a ideia desta caneca, que vem com um compartimento para deixar o saquinho de chá. 


Custa em torno de 14,98 Euros.

Marketing e Negócios: Picolé de algodão doce




É um produto da Sorvetes Jundiá.
Ainda não experimentei e fico me perguntando qual seria o gosto, além do de  açúcar...

Gastronomia & Arte: Como maquiar um hamburger

Essa é velha conhecida, mas vale apena lembrar:




Palito, alfinete, verniz, batom, e por aí vai.

É o que comeríamos se nosso hamburger no McDonald’s viesse idêntico aquele anunciado na foto. 

Definitivamente não comemos o que vemos, ainda bem.

Os ”produtos publicitários” são preparados com muito cuidado, maquiados e photoshopados ao extremo para parecerem apetitosos.

Esta informação evitará aquelas velhas discussões que as vezes vemos nos balcões de algumas lojas, pelo cliente "exigindo" o que está - exatamente - como na foto! (eu já vi isso, diversas vezes, e você?!). Mistério desvendado!

As cozinhas e suas características - Culinária Americana 2

Brownie






O brownie é um doce tipicamente americano.


A história de seu surgimento é contada em várias versões, mas a mais conhecida delas é que esta magnífica sobremesa foi criada por descuido de um cozinheiro que esqueceu de adicionar fermento ao preparo de um bolo de chocolate. Para não admitir o erro, ele cortou a massa em quadrados pequenos e os serviu, anunciando à todos que havia preparado alguns 'brownies' e todos adoraram.


Sua textura está entre o bolo e uma espécie de cookie - casquinha crocante, durinho por fora e macio e úmido por dentro.
Não importa como surgiu. Seja acidentalmente ou não, o brownie caiu no gosto do mundo.


Delicie-se! E sem culpa!

Criatividade & Negócios: Que tal um cafezinho ou uma taça de vinho... no teto!

Luminárias bem bacanas feitas com xícaras de café. O efeito ficou excelente!
E eu... ameiiii!!!


Agora as lâmpadas de taça!


Fantásticos!!

Curiosidades gastronômicas: Alho preto


Conheça o alho preto.
Não é nenhum tipo diferente de alho, ele apenas passa por um proceso de fermentação que dura em torno de um mês.
O processo não apenas muda sua cor, como também o deixa com dez vezes mais anti-oxidantes que o alho cru, além de alguns outros benefícios que previnem contra câncer e contra alto colesterol.

E se você está achando que um alho que fermentou por um mês tem um cheiro ainda mais forte, não se preocupe. Seu cheiro é até agradável.


Conheça um pouco mais sobre esta iguaria:

O bulbo comum, fermentado e envelhecido, perde o sabor ardido, recebe cor e começa a chegar às mesas de restaurantes brasileiros
Doce, frutado e macio. Quem diria que essas seriam qualidades atribuídas a um alho? Um processo originário do Oriente para fermentação e envelhecimento do bulbo comum (Allium sativum) traz nova cor à mesa. Com casca dourada e dentes escuros, pode levar a pensar que foi queimado ou está apodrecido. Mas, tal como vinho, o alho negro fica ainda melhor com o passar do tempo quando se tomam alguns cuidados.

A história faz segredo sobre a procedência da técnica de preparo do alho negro, assim como fazem aqueles que dominam o processo. O que se sabe, no entanto, é que coreanos e japoneses disputam o posto de criadores da iguaria. Na Coreia, foi introduzido como suplemento na dieta por conter alto teor de antioxidantes, substâncias benéficas à saúde. Na internet, há referências sobre um pesquisador japonês que teria “inventado” o tal alho em 2005. E foi justamente no Japão que o famoso chef espanhol Ferran Adrià o teria provado pela primeira vez, em 2007. De concreto mesmo, somente há a certeza de que o ingrediente é novo tanto para os orientais quanto para os ocidentais e que só agora, atraindo os olhares do mundo, escreve seu primeiro capítulo.

No Brasil, uma única produtora domina a técnica que transforma o alho comum em alho negro. 

Para fabricar um alho negro é necessário selecionar as melhores cabeças do alho comum – geralmente as com dentes maiores –, além de ter conhecimento sobre processos de fermentação. Escolhidas as cabeças, elas são mantidas numa estufa por entre três semanas e um mês. Nesse período, são controladas a temperatura e a umidade para que possibilitem atingir a coloração e o ponto ideal de maturação. Depois de pronto, se bem conservado em embalagem fechada na geladeira, o alho negro tem validade de três meses.

Uma das qualidades do alho negro é sua versatilidade na culinária, indo bem até em sobremesas.

O alho negro é pouco conhecido no país, mas aos poucos vem sendo introduzido na gastronomia brasileira. O consumo ainda é restrito a restaurantes e aos poucos entusiastas que procuram por novidades. 

Turismo: TRYP amplia sua presença na América do Sul com a abertura de um novo hotel em Medellín, Colômbia




O TRYP Medellín é um hotel de 14 andares na categoria quatro estrelas. Está localizado em uma das áreas mais dinâmicas de Medellín, em frente ao complexo esportivo Anastasio Girardot, que foi sede dos Jogos Sul-americanos de 2010, e bem próximo da Zona Rosa e do boulevard de La 70, duas das mais concorridas e carismáticas áreas da cidade.
Este novo hotel conta com 140 apartamentos providos de todas as comodidades para que a hospedagem seja prazerosa. Ideal para realização de eventos, o hotel não só está localizado apenas a uma curta distância do Centro Internacional de Convenções e Exposições de Medellín, como também possui 4 salas de reuniões com mais de 300 metros quadrados e capacidade para até 400 pessoas. As salas são totalmente equipadas com a mais avançada tecnologia, sistemas audiovisuais e de som, acesso à Internet wi-fi, além de oferecer uma iluminação e acústica perfeita.
Muito bem conectado com o resto da cidade graças à sua proximidade com a estação de metrô, o TRYP Medellin também oferece aos hóspedes a oportunidade de desfrutar da melhor oferta de descanso e relax mesmo sem sair do hotel, uma vez que, este estabelecimento inclui em sua oferta outros serviços dedicados ao bem-estar e ao cuidado pessoal, como uma sala de fitness, banho turco, sauna, solário e sala de massagem.
A expansão no continente americano é estratégica dentro dos planos de desenvolvimento da marca. Após esta abertura, está prevista a inauguração do Tryp New York City, no coração da Times Square e do TRYP Bogotá, na capital colombiana, no quarto trimestre de 2011.
Os hotéis TRYP são elegantes, oferecem muita comodidade e estão situados no coração das cidades mais importantes do mundo.

Marcas & Negócios: Confeitaria cult de Nova York, Magnólia Bakery, mira o Brasil




Famosa pelos cupcakes consagrados no seriado Sex And the City, a Magnolia Bakery elegeu SP e RJ como pontos estratégicos em sua expansão internacional

Partes de um segmento que tem feito sucesso em São Paulo e começa a se expandir para outras cidades do País, as confeitarias especializadas em guloseimas reverenciadas por seus apreciadores podem ganhar um concorrente internacional.
A nova-iorquina MagnoliaBakery elegeu o Brasil como um dos pontos prioritários para o seu plano de expansão global e quer, a partir de 2012 e por meio de um sistema de franquias, abrir até dez unidades por aqui.
“Como nosso posicionamento é o de uma marca relacionada a um estilo de vida, achamos que tanto São Paulo quanto o Rio de Janeiro seriam apropriados (para iniciarmos a operação)”, afirma Steve Abrams, proprietário e CEO da MagnoliaBakery. “Chegamos a nos reunir com alguns parceiros potenciais, mas optamos por continuarmos abertos a novas negociações.”
Com cinco lojas nos Estados Unidos (quatro delas em Nova York e outra em Los Angeles) e uma em Dubai, a confeitaria faturou US$ 20 milhões em 2010. Em julho, um novo espaço será inaugurado em Chicago. Qatar, Kuait, Portugal, Turquia, México e Japão também estão no radar de expansão da empresa, que abriu a primeira loja há 15 anos e fabrica cerca de 12 mil cupcakes por dia.
Como é comum aos estabelecimentos que fazem a linha cult, boa parte do marketing da empresa acontece na base do bom, velho e infalível boca-a-boca – além, claro, da fama instantânea gerada pela devoção das personagens do seriado Sex and the City a seus cupcakes.

Marketing e Negócios: Flowering tea

No início da primavera, no sudeste da China, mulheres acordam pela madrugada para colher pequenas flores, ainda tenras, cobertas de orvalho. Depois, são ressecadas e envoltas em folhas de chá verde, também secas, como um novelo. São os “flowering teas“. Essas trabalhadoras do campo nem sequer podem comer alimentos com cheiro forte, como cebola e alho, que possam alterar os aromas da planta, que absorve facilmente odores. Após a colheita e secagem das flores e folhas, artesãs costuram à mão as bolinhas de folhas de chá com um fio de algodão cru. Para consumir os chás florais, coloca-se o novelo em uma xícara ou bule translúcido e, devagar, acrescenta-se água quente.
Observe.
Como no filme de Sofia Coppola, Maria Antonieta (Kirsten Dunst) mostra o ritual que se sucede no palácio de Versailles: as folhas se expandem, se separam umas das outras e, lá de dentro, surge uma florzinha, que pode ter cores e formatos diversos.
Difíceis de serem encontrados por aqui, os “flowering teas” acabam de chegar ao Brasil em nova leva, que deve estar disponível aos clientes em menos de um mês no novo Ping Pong, restaurante da rede londrina de cozinha chinesa. Para consumo no local, já estão no cardápio, mas poderão ser levados para casa em caixinhas de nove unidades, por R$ 63. “Nossos fornecedores na China trabalham diretamente com os produtores e, assim, obtemos um chá excepcionalmente fresco”, diz o presidente do Ping Pong Internacional, Jean-Michel Orieux. “Usamos vários tipos de flores. A escolha depende da cor e do sabor que estamos buscando em cada bebida.” No cardápio, aparecem arranjos artesanais com flores como amaranto, pétalas de lírio, flor de jasmim e calêndola amarela, entre outras.

Assista ao vídeo no link abaixo:

Hospitalidade & Negócios: Pullman Hotels inicia operações no Brasil



O Grupo Accor está expandindo sua atuação no Brasil, com a implantação, em São Paulo, do primeiro hotel com a bandeira Pullman, considerada Premium para o segmento corporativo.

Inicialmente, segundo a empresa, foram investidos R$ 20 milhões numa reforma pesada do antigo Grand Mercury, na região do Ibirapuera. “A marca Pullman, em nível global, foi lançada há dois anos e meio, e há dois anos já tínhamos planejado sua presença no Brasil”, destacou Patrick Vaysse, diretor operações da Pullman para América Latina.

Os diferenciais da bandeira são os investimentos em opções de conectividade, não apenas por meio de recursos tecnológicos sofisticados quanto pelo atendimento personalizado que busca dar a cada cliente. Neste caso é destaque a figura de um “welcomer” cujas funções vão além daquelas tradicionais de recepcionistas e concierges.

Outra cidade brasileira que receberá a marca é Belo Horizonte, mas lá será feito do zero um novo Pullman, com previsão para início das operações até início de 2014.

Hoje, a rede Pullman conta com 54 hotéis, em capitais como Barcelona, Paris, Madri, Berlim, Pequim e Sydney. Os planos são chegar a 150 hotéis, dos quais 100 devem ser entregues até 2015.

Entrevistas com destaques do setor

Hello People!!


Inauguramos a sessão!




A ótica dos Chefs, Somelliers, Enólogos, Nutricionistas, Baristas, Professores e orientadores, proprietários e gestores de grandes marcas dentre outros, têm espaço garantido aqui.

E interação também. Mande-nos dicas de quem você gostará de ver aqui, em nosso Blog!

Aspectos da Alimentação e Produtos - HANÁ-NIRÁ


O Hará-nirá (Allium tuberosum), ou apenas NIRÁ, como é mais conhecido no Brasil, é originária do Oriente onde, por séculos, foi usada como proteção contra o mal. Acreditava-se que as forças psíquicas eram por ela estimuladas.

Possui sabor muito agradável e suave.
Suas folhas, cilíndricas e ocas, são de um verde intenso e devem ser colhidas pouco antes da abertura das flores.
Convém lembrar que a cebolinha não é adequada à secagem, sendo melhor conservá-la sob congelamento se pretender utilizá-la posteriormente.
Por causa do suave e delicado sabor, sua utilização na culinária é bem ampla, principalmente na cozinha japonesa.
Serve para decorar pratos.
As folhas bem picadinhas do nirá (alho japonês) temperam saladas e molhos.
Seu sabor assemelha-se ao da cebolinha e do alho, mas com um frescor mais agradável. A cebolinha Nirá, também conhecida como Cebolinha Japonesa, é uma planta forte, muito vigorosa, com talos longos medindo cerca de 10cm.
Caso você as cultive em horta caseira e as mesmas floresçam não há problema em utilizar também as suas flores (branquinhas e pequeninas).


Informação Nutricional:
É rico em vitaminas A e C. Cada 100g do produto cru (talos) contém:
510 mg de potássio
48 mg de cálcio
18 mg de magnésio
31 mg de fósforo
1 mg de sódio
0,7 mg de ferro
0,3 mg de zinco
0,39 mg de manganês
3500 mg beta-caroteno (vitamina A)
290 mg de retinol 19 mg de vitamina C
3 mg de vitaminaE
180 mg vitamina K
100 mg de ácido fólico



Atenção para um detalhe: ele é delicioso em saladas ou cozido, mas o sabor é destruído por longos cozimentos. Flores também podem ser comidos crus ou cozidos. O sabor é um cruzamento entre alho e cebolinha.

Coisas fofas, criativas e funcionais: Spice Advice




O Spice Advice é um espaço (em inglês) que reúne as informações que você precisa pra não errar a mão quando for usar temperos diferentes. Ele sá repleto de fatos fascinantes e dicas úteis que você não fazia a menor ideia que existiam.

Coisas fofas, criativas e funcionais: Copos diferentes


Difícil vermos um copo criativo com o mesmo formato de sempre.
O criador desta ideia só teve o trabalho de estampar um desenho e os deixou eles bem bacanas. 
Claro que só tem graça se estiverem “meio cheio”.

As cozinhas e suas características - Culinária Indiana



Confecção do Ghee


O ghee (pronuncia-se "GUI"), é a fonte tradicional de lipídios na alimentação indiana.
Trata-se da manteiga clarificada, livre de todos os seus resíduos lácteos. Por esse motivo, demora mais que a manteiga regular para perder seu frescor. O Ghee tem sabor delicado e ocupa posição de destaque na culinária indiana sendo indispensável para grande parte das preparações e frituras.
Sendo uma fonte de gordura, é calórica, entretanto possui um rendimento melhor quando aquecida - para saltear vegetais, por exemplo.
É fonte de vitamina A, ajudando ainda no combate à úlceras.
Diz-se do ghee que ajuda a equilibrar os humores.
Na Ayurvédica é conhecida como o alimento sagrado e é utilizada também como emoliente, sendo a base de diversas preparações medicinais. O Ghee se torna o alimento perfeito por possibilitar uma nutrição profunda em todos os tecidos, dhatus, além de ser empregado em inúmeras terapias.
Para os praticantes de Yôga, divulga-se como sendo um lubrificante natural, ajudando na flexibilidade para a prática das ásanas.
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Ingredientes: De 500g a 2Kg de manteiga sem sal, de boa qualidade.

Tenha em mãos uma panela de vidro ou esmalte (evite alumínio), um recipiente de vidro, uma peneira
fina metálica e um recipiente com tampa.

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Modo de preparo:

Corte a manteiga em pedaços e coloque em uma panela. Acenda o fogo, deixando no mínimo.
Aqueça até derreter completamente.
A manteiga irá derreter e começará a formar uma espuma na parte superior. Com a ajuda de uma colher, retire a espuma após o derretimento completo da manteiga.
Desligue o fogo enquanto a panela se mantiver quente para evitar que a manteiga queime.
Continue alternando esse processo de retirada da espuma com o fogo aceso (sempre no mínimo) e desligado. Você perceberá que resíduos se formarão no fundo da panela. Desligue o fogo e lentamente passe pela peneira, sempre tentando segurar o máximo de resíduos na própria panela. Despreze-os ou os utilize para enriquecer massas de pão.
Passe novamente o líquido para a panela, deixe no fogo mínimo por mais alguns minutos e retire os resíduos finais (sempre tomando cuidado para não queimar, especialmente eventuais resíduos no fundo). Após o processo você terá um líquido dourado, claro, que é o Ghee.
Quando amornar (quase frio), transfira para um pote com tampa. O ideal é que seja de vidro 4 com fechamento hermético.
O ghee pode ser conservado em geladeira ou fora dela (demora mais que a manteiga para ficar ransoso pois não tem os resíduos do leite).
O Ghee poderá ser guardado, tampado, por tempo indeterminado, não sendo obrigatório conservá-lo em refrigerador.

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Shirley Santos é consultora de Marketing Empresarial e Gastronômico,Gestora Gastronômica, Escritora e Blogueira.
Esta matéria também foi publicada no Jornal Recreio da Barra, edição de 26/06/2009 e no site www.recreiodabarra.com.br

Negócios & Enologia: Vinícola Aurora lançou Reserva Tannat 2009



A maior e mais premiada vinícola brasileira lançou seu terceiro vinho da linha Reserva, o Aurora Reserva Tannat 2009. 
Elaborado 100% com a variedade Tannat de vinhedos selecionados, o vinho foi concebido pelo método tradicional, com fermentação prolongada e amadureceu por dez meses em barris de carvalho americano e francês. 
Apresenta uma grande quantidade de tanino, com aroma de frutas negras, lembrando ameixas, com toques de tabaco. Na boca é intenso e volumoso, excelente acompanhamento para pratos com carne vermelha (como picanha grelhada e costela) e queijos de sabor acentuado.
Apresentados em garrafas diferenciadas Elegance, os vinhos Reserva da Aurora expressam a característica da safra que representam. São vinhos superiores, lançados todos os anos.

Sustentabilidade: Primeira escola verde do país inaugurada na Zona Oeste do Rio de Janeiro




Projeto da Arktos - Arquitetura Sustentável poderá ser levado para mais 40 escolas do país.

O Colégio Estadual Erich Walter, localizado em Santa Cruz na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, finalmente foi inaugurado após a primeira data ter sido adiada. 
Painéis solares, área para reciclagem, reaproveitamento de água da chuva, iluminação natural. Essas são algumas - das muitas - características que compõe o projeto da primeira escola sustentável do país, desenvolvido pelos arquitetos da Arktos – Arquitetura Sustentável, Maria José De Mello Gerolimich e Rafael Tavares de Albuquerque.

O Colégio foi escolhido para ser o Piloto da Primeira Escola Padrão Verde da América Latina, (UEC Unidade de Ensino Catavento), o primeiro de outros 40 possíveis projetos de escolas verde no país.

Os arquitetos responsáveis pela Escola Padrão contam que desde 2004 vem lutando pela implantação do Projeto Educacional Sustentável. “Sempre focamos nosso trabalho em escolas, pois temos grande afinidade com o assunto e entendemos que não houve grandes investimentos, novidades e aprimoramento no campo da Educação nos últimos 30 anos”, disse a arquiteta e autora do projeto, Maria José.

Somente agora, em 2011, foi possível promover uma estrutura escolar sustentável e inovadora. Tanto que o Colégio Erich Walter foi indicado pelo próprio Green Building Council Brasil, como estudo de caso, na Feicon 2011, por conta do pioneirismo em Escolas Sustentáveis no país. Esta é a primeira escola a conseguir certificação LEED Schools (sigla em inglês para liderança em energia e design ambiental), própria para escolas com projeto sustentável. Para ter uma ideia, apenas 120 escolas no mundo obtiveram essa certificação. Dessas, 118 ficam nos EUA, 1 na Noruega e outra em Bali.
“Com essa Certificação Internacional, todo o Mundo dá credibilidade e veracidade para as informações, ações, equipamentos, tecnologias e dados de eficiência a que foram propostos, pois fomos mensalmente monitorados por um consultor LEDD AP habilitado, devidamente documentado com fotos, dados técnicos e plantas e, após a conclusão da obra, ainda seremos monitorados para a avaliação dos resultados”, explicou a arquiteta.

Para obter a certificação LEED Schools, a escola precisa atender alguns requisitos, como a apresentação de um relatório ambiental da qualidade do solo, que comprove não haver perigo à saúde das crianças, e o tratamento acústico tanto nas salas de aula, como nos corredores e ambientes próximos.

O Projeto

O projeto foi desenvolvido com base nos aspectos da sustentabilidade, que de acordo com a autora promovem uma ação inovadora e educadora, já que o prédio passa a ser também educador e formador de cidadãos conscientes. “Para um país de terceiro mundo latino, e com a maior visibilidade no mundo pelo seus recursos naturais e potência, acredito que isso possa ser um marco em projetos inovadores, pois não se trata de prédio comercial, esportivo ou turístico”, afirmou Maria José.

A escola tem o formato de um catavento, que como o próprio nome sugere, "cata" o vento e promove através da exaustão do ar quente que sobe uma agradável sensação térmica interna, inclusive promovendo a iluminação natural durante todo o dia, que faz com que o consumo de energia de luz seja reduzido.
O projeto desenvolvido pela Arktos – Arquitetura Sustentável conta, ainda, com a instalação de bicicletários, vagas especiais para veículos de baixa emissão, aumento, manutenção e recuperação das áreas verdes originais encontradas no local, pavimentação permeável, telhado verde (com acesso à visitação), reaproveitamento das quadras existentes, dentre outras coisas.

Negócios na Hospitalidade: Grupo Jumeirah faz reservas em restaurantes pelo Facebook


Internautas podem ver detalhes dos estabelecimentos em Dubai, Nova York e Londres

Os hotéis Jumeirah oferecem a seus clientes mais um canal para reservas nos restaurantes. 
Na página do grupo no Facebook é possível procurar os estabelecimentos em Dubai, Londres e Nova York, ver o tipo de cozinha que cada um oferece, detalhes do ambiente e reservar uma mesa.  
A marca já realiza a reserva de quartos por meio da ferramenta social e aproveitou o sucesso da iniciativa para ampliar sua atuação.

Aspectos da Alimentação e Produtos - CANELA


Cinnamomum zeylanicum Breyn

Apresentamos a Canela

A canela é uma árvore originária do Ceilão, da Birmânia e da Índia e conhecida há mais de 2500 anos a.C. pelos chineses. Seu nome científico, "cinnamomum", segundo referências, é derivado da palavra indonésia "kayu manis", que significa "madeira doce". Mais tarde, recebeu o nome hebreu "quinnamon", que evoluiu para o grego "kinnamon".

A canela era a especiaria mais procurada na Europa e seu comércio era muito lucrativo. O monopólio do comércio da canela esteve nas mãos dos portugueses no século XVI, passou para os holandeses, com a Companhia das Índias Orientais, quando esses expulsaram em 1656 os portugueses do Ceilão, e depois, passou para as mãos dos ingleses, a partir de 1796, quando esses ocuparam essa ilha.

As canelas são algumas das espécies mais antigas conhecidas pela humanidade. A mais difundida é a Cinnamomum zeylanicum, originária do Ceilão, atual Sri Lanka. Outras, entretanto, como a Cássia (Cinnamomum cassia), chamada de falsa-canela e conhecida como canela-da-China, também têm importância econômica. Esta espécie é uma Laurácea arbórea muito cultivada nas províncias do sudoeste da China.
As partes mais úteis das canelas são o córtex dessecado e o óleo. O óleo é obtido das folhas por destilação, por arraste a vapor. Seu principal constituinte é o aldeído cinâmico, cujo teor pode ser superior a 80%.

Considerada símbolo da sabedoria, a canela foi usada na Antigüidade pelos gregos, romanos e hebreus para aromatizar o vinho e com fins religiosos na Índia e na China.
Entre as muitas histórias da canela, conta-se que o imperador Nero depois de matar com um pontapé sua esposa Popea, tomado de remorsos ordenou a construção de uma enorme pira para cremá-la.
Nessa pira foi queimada uma quantidade de canela suficiente para o consumo, durante 1 ano, de toda a cidade de Roma!
Mesmo sem a importância que teve no passado e não sendo mais motivo de lutas entre os povos, a canela continua indispensável, como tempero na culinária moderna.
A Cinnamomum zeylanicum cresce bem em solo brasileiro, onde já foi bem cultivada no passado, tendo sido introduzida pelos jesuítas. A canela é mencionada até em passagens bíblicas.
Simbolicamente, a canela é uma especiaria ligada ao amor, sendo empregada muitas vezes como ingrediente para perfumes mágicos e poções para conquistar a pessoa amada.
Há quem acredite que ela atrai o sucesso nos negócios, trazendo sorte e determinação para a resolução de problemas.

Ficha da planta


Família: Lauráceas
Origem: Ceilão, Birmânia, Índia
Outros nomes populares: caneleira, caneleira-da-índia, caneleira-de-ceilão, cinamomo e pau-canela.
Outros Idiomas: cinnamomi (latim), cinnamon (inglês), canela (espanhol), cannelle (francês), cannella (italiano) e zimt (alemão).
Características: A caneleira é uma árvore que requer cerca de 1.300 mm de chuva por ano e temperatura média anual de superior a 21° C. A casca dos ramos é comercializada em rama (pau), raspas e pó. A caneleira é utilizada na culinária e na fabricação de bebidas, medicamentos, perfumes e sabonetes. Outras espécies do gênero Cinnamomum e Cassia também produzem canela. A canela é uma árvore de ciclo perene e que atinge até 8 a 9 metros de altura. O tronco alcança cerca de 35 centímetros de diâmetro. As folhas são coriáceas, lanceoladas, com nervuras na base, brilhantes e lisas na parte superior e verde-claras e finamente reticuladas na parte inferior. As flores são de coloração amarela ou esverdeada, numerosas e bem pequenas, agrupadas em cachos ramificados.


Composição Química: acetato de eugenol, ácido cinâmico, açúcares, aldeído benzênico, aldeído cinâmico, aldeído cumínico, benzonato de benzil, cimeno, cineol, elegeno, eugenol, felandreno, furol, goma, linalol, metilacetona, mucilagem, oxalato de cálcio, pineno, resina, sacarose, tanino e vanilina.
Partes Usadas: Óleo essencial e casca desidratada.
Propriedades Medicinais: Adstringente, afrodisíaca, anti-séptica, aperiente, aromática, carminativa, digestiva, estimulante, hipertensora, sedativa, tônica e vasodilatadora.

Usos:


Culinária: para condimentar presunto e alguns tipos de carne, no preparo de doces, pães doces, arroz-doce, bolos, tortas de frutas, cremes para pastéis e panquecas doces, frutas condimentadas, compotas, pudins e bebidas quentes como o chocolate e o café.


Cosmética: para dar brilho nos cabelos; usada em pastas dentais e óleos bronzeadores.


Saúde: Contra gases abdominais, úlceras estomacais causadas por stress, hipertensão arterial, resfriados e dores abdominais.


Contra-Indicações: gestantes.


Efeitos Colaterais: irritações na pele.

As cozinhas e suas características - Culinária Italiana 1

PROVÍNCIAS DE LÁZIO E ABRUZZO - Itália




ORIGEM DAS BRUSCHETTAS





Com origem nos antigos rituais de experimentação e culto ao azeite de boa qualidade, a bruschetta é um dos pratos que se destacam entre os mais populares da Itália. Foi muito consumida inicialmente entre as comunidades pobres da Itália e principalmente nos difíceis anos de reconstrução que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, nas décadas de 1940 e 1950. Sua origem está ligada ao panutto, o tradicional modo de molhar o pão na gordura das carnes e lingüiças durante a refeição.


A palavra bruschetta deriva de “bruscato” que em italiano significa tostado ou torrado e tem origem nas regiões do Lazio e de Abruzzo. Na região de Toscana o antepasto é chamado “fetunta”, de “fetta unta”, que na Itália quer dizer fatia untada.
Este antepasto à base de pão tostado pode ser preparado com as mais variadas combinações e é também um ótimo acompanhamento para as reuniões à mesa. A clássica bruschetta é feita com uma fatia de pão italiano rústico, de farinha escura e grossa, de casca dura, tostada na grelha, esfregada com alho, untada com abundante azeite e polvilhada com sal e eventualmente com pimenta-do-reino. Há, porém, incontáveis variações para se preparar uma boa bruschetta. Na Toscana, o pão local, feito sem sal é guarnecido com "fagioli al fiasco", ou seja, feijão branco cozido com ervas e alho ou então, com "cavolo nero", couve picado bem fininho e aferventado em água e sal.
Como os pães italianos são diversificados, variando de região para região, a bruschetta possui sabor e aparência com características distintamente regionais. Na Puglia e na Campania, por exemplo, é feita com um pão crocante, chamado "frisella" ou "frisedda". Na Calábria, Sicília e Basilicata, a bruschetta é feita com um pão comprido de semolina e sementes de gergelim, guarnecido com tomates, azeite e orégano.Embora certas guarnições sejam mais adequadas para determinados tipos de pães, pode-se garantir uma boa bruschetta, somente com um bom pão e um azeite de oliva de boa qualidade. A pimenta-do-reino moída na hora, também dá um sabor especial. Ainda, prefira tostar o pão na grelha a torrá-lo no forno. Ele fica macio por dentro e com uma casca crocante externamente. Se usar queijo e quiser derretê-lo, coloque as bruschettas em forno alto, por alguns minutos, isto impedirá que o pão endureça.
Enquanto que as receitas mais tradicionais de Bruschettas requerem ingredientes simples - podendo ser apreciadas em lanches do meio da tarde ou como refeições rápidas - sua sofisticação aumenta se as preparamos com salmão, por exemplo, transformando-as na entrada de um jantar refinado.

O charme da bruschetta está no fato de que se trata de uma riqueza muito grande de misturas que ocasionam em um mundo de delícias a partir de uma base única que é o simples pedaço de pão muito untado em azeite de oliva.

Assim pode ser descrita a bruschetta.